sábado, 29 de dezembro de 2007

Azul, Sul

E ele escreve.
Retorna das cinzas,
oh escuras cinzas.
O verso é escrito em linhas certas,
corretas.
Fluindo calmamente,
com mente,
demente,
pertinente.
Algo sóbrio e certo,
perto.
Portas são abertas e fechadas,
com a velocidade aumentada.
E na freqüência do vento sul,
que serpenteia os campos e brejos do mais puro ambiente azul.
Ele escreve.
Com certeza,
pureza,
sem avareza.
Com a alma purificada.
E a beleza.
Ele escreve.

Le Clown De Théâtre

3 comentários:

Anônimo disse...

por aqui, outra vez


do amor no meio!

lembra???

Páua disse...

Renasce das cinzas...

Bem, feliz de te ver escrever novamente.

;DD

Clarisse Costa disse...

Um coração nunca deixa de escrever...
Uma cabeça nunca deixa de pensar...

=*