Minha flor,
meu amor,
sem peso nem dor.
Uma folha caída e levemente amarelada,
com tons e ritmos que a fazem ser descontrolada,
sem ela, nada brilhava.
E era escuro,
E sabendo que era duro,
viver sem essa presença...
A tua presença.
E chega de parafrasear,
de modéstia e
de tentar ser um poeta.
As palavras aqui escritas foram rabiscadas por mãos calejadas, sofridas.
Por um cérebro que não quer mais pensar no possível erro.
Por um coração completamente apaixonado.
Por uma alma totalmente conquistada.
Minha cúmplice,
Meu jardim.
Meu céu e meu chão.
Meu plano.
Minha caixinha de música.
Meu coração.
Meu mundo.
Meu amor.
E, por quais motivos devo continuar a escrever?
Se não há simplesmente uma palavra para descrever,
o que sinto, o que vivo, o que é você.
Passaria eu aqui a eternidade a escrever,
o que é você ou o que você deve ser,
sem parar para ver?
Não, eu não sou tão ousado assim,
prefiro viver e ver,
quem é esse ser
e o que ele é para mim.
Le Clown De Théâtre
ps: Homenagem à um ser que salvou minha vida. Parabéns.
ps2: Escrito ao som de Music Box do The Cinematic Orchestra.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
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