Uma coruja branca,
busca alimento na noite.
Neruda, Saramago, Tolstoy, Pessoa...
Letras tortas.
A busca de clareza, beleza, certeza.
Cinco pessoas, um círculo harmonioso.
Um lápis e um pedaço de papel.
Dois olhos.
Quatro olhos que transformam-se em seis rios transcedentes.
Sentimentos perceptíveis que acalmam.
A emoção dos afagos.
A dúvida e a saudade pós-encontro.
O mártir débil e cego.
O coração palpitante em uma noite doente.
O paladar aguçado.
O gosto de uva e o cheiro floral.
O prazer de uma conversa, um abraço e um beijo.
A mudança brusca de ambiente.
A dúvida do querer e da objetividade de uma busca aparentemente mútua.
A pressão indevida,
corretamente observada e corrigida,
com mais um beijo.
O calor.
A intensidade das ações.
O devaneio, acompanhado de lábios doces e carregado de prazer.
A despedida com gosto de ''quero mais''.
O ''já se foi'' e a desesperança póstuma.
O julgamento.
As lembranças de uma noite prazerosa.
Doce e azedo.
Salgado e amargo.
A alma satisfeita.
O fim falsamente nostálgico.
A cama.
Uma boa noite [pra você].
Le Clown De Théâtre
terça-feira, 20 de novembro de 2007
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6 comentários:
tô confusa com teu texto =/
Jeito é com "j" uheuehuehuehue
adoro ata. =D
melhor q tangerida.
auhauahuahauahau
Páua, esse texto foi feito exatamente com esse propósito. Causar confusão no leitor.
Não escrevi corretamente de propósito, Páua. :D Não vê a ironia que usei ali? :D
;)
hum, nem vi o jeito sem j
cadê o safado?
=*
Dãã... vc comentou no meu blog que adora o 'G"eito q escrevo dããã
uehueheuueueuhue
Exatamente! Consegue ver a ironia agora? duhhhhhhhhhhh
aujahuahauahauahaua
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